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Uma obra bastante aguardada pela comunidade maximilianense – a canalização do Córrego Lageado Varella – não poderá ser realizada pela Administração Municipal em decorrência de impedimentos técnicos. Conforme o Departamento de Projetos, um estudo hidrológico dimensionou a largura do córrego em 12 metros, o que causaria a invasão da rodovia ao lado do córrego.

A explicação do responsável pelo Departamento de Projetos, Elter Pianna, é clara. “Com doze metros de largura atingiu o canteiro central daquela avenida, acabando com uma das pistas se nós construíssemos esse córrego. Pedimos reestudo para ver se haveria alguma possibilidade de diminuir, mas nenhum profissional assina contra os estudos dele”, declara.

O estudo da bacia hidrológica foi uma exigência da Caixa Econômica Federal, que é a instituição financeira responsável pelo repasse dos recursos que seriam utilizados para a realização da obra. Como o projeto inicial tinha como objeto a canalização do córrego, não houve alternativa para acessar os recursos, já que é regra no Ministério das Cidades a não possibilidade de mudança dos objetos de projetos apresentados junto ao órgão. “Infelizmente nós não tivemos outra alternativa a não ser devolvermos esse recurso, tão ansiado pela população e pela nossa Administração”, comenta Elter.

Consciente de tal impedimento, a Administração Municipal optou pela reestruturação do Córrego Lageado Varela, processo licenciado e autorizado pelos órgãos ambientais. “Estamos trabalhando em cima da melhoria desse valo. Não é por que se perdeu esse recurso que esse córrego vai ficar esquecido, pelo contrário, a gente já começou com um projeto aonde construímos três pontilhões novos, também terceirizamos uma draga para mexer nesse córrego, enfim, ‘enlargar’ ele e vamos continuar”, declara a prefeita municipal Dirlei Bernardi dos Santos.

Uma das principais preocupações da comunidade, especialmente dos moradores da região e quem acessa o município em momentos de fortes chuvas, é o transbordamento do córrego. Em diversas situações a água chegou a invadir as residências dos moradores ribeirinhos.

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