Projetos de infraestrutura do Loteamento Belveder foram aprovados, afirma presidente da COOHASA

Data: 27/07/2018

Uma boa notícia foi dada aos proprietários de terrenos do Loteamento Belveder pelo presidente da COOHASA (Cooperativa Regional de Habitação Sananduva) – que administra o empreendimento –, Miguel Ângelo Paeze. De acordo com ele, os projetos das obras de infraestrutura que ainda estavam pendentes foram aprovados pelos órgãos competentes.

Ainda não tinham sido aprovados os projetos elétrico e hidráulico. Desses dois, conforme Miguel, o que mais apresentou dificuldades para aprovação foi o projeto para a construção da rede hidráulica. “Como ele é um projeto bastante complexo, que envolve o projeto de reservação de água, da base para a caixa, da distribuição, da parte de bombas, parte elétrica, enfim, ele foi e voltou, nada mais, nada menos do que nove vezes para Porto Alegre para a aprovação”, declarou no programa informativo de rádio da Prefeitura Municipal de Maximiliano de Almeida do último dia 20 de julho. “A boa notícia é que na semana passada nós recebemos a aprovação do projeto e com isso vamos dar a sequência na execução das obras”, acrescentou. O que tornou a obra complexa é a altitude do local onde está implantado o loteamento – acima do reservatório principal, de onde a água é distribuída para todo o restante da cidade.

Com relação à infraestrutura da rede elétrica, o decreto emitido pelo Município de Maximiliano de Almeida – que declara o loteamento um projeto de interesse social – permitiu que essa obra fosse executada de forma gratuita. “Com essa lei, foi possível nós demandarmos junto à RGE, que pela lei da Universalização, está construindo gratuitamente toda a obra elétrica no loteamento”, destacou. Ficará sob responsabilidade da cooperativa e de seus associados, a parte da iluminação pública.

A prefeita municipal Dirlei Bernardi dos Santos também comentou sobre o assunto, destacando a sua satisfação em perceber que o projeto está chegando em sua fase final, ressaltando ainda que é uma luta que ela própria iniciou, em parceria com outras autoridades do município, ainda quando ocupava o cargo de vereadora. “Para mim é muito gratificante, porque foi uma busca ainda da época em que eu era vereadora. Vendo a demanda e a falta que se tinha de terrenos legalizados no município, junto com o Marcelo, com a prefeita na época, a Lenir, a gente trouxe essa cooperativa para Maximiliano”, declarou.

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